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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

World Resources Forum 2017

“Para promover a revolução dos recursos”



Dois anos após dois acordos históricos: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e a Convenção de Paris - a Associação do Fórum de Recursos Mundiais convida líderes de negócios, pesquisa, governo e ONGs para um debate sobre a revolução de recursos. Como devemos agir, coordenar e financiar para promover a revolução de recursos?
A participação no World Resources Forum 2017 está aberta a todas as partes interessadas e fornece informações em primeira mão sobre novos problemas, tendências globais, progresso e inovações no gerenciamento de recursos.
Durante a conferência, os participantes irão interagir com os tomadores de decisão e terão a oportunidade de descobrir oportunidades que ofereçam gerenciamento inteligente de recursos para empresas e indústria.
A conferência inclui debates plenários, workshops, sessões científicas, uma exposição, conferências de imprensa, WRF Cinema, uma galeria e programa social, incluindo o famoso WRF Gala Dinner e WRF Concert.
O WRF é amplamente reconhecido por suas conferências globais e multidisciplinares, que compõem mais de 500 participantes de todo o mundo, proporcionando uma plataforma para atores internacionais.
O WRF 2015 em Davos reuniu mais de 600 participantes de mais de 100 países. Durante as conferências da WRF, os eventos back-to-back são frequentemente organizados pelo UN Environment, UNIDO, ISO e outros parceiros da WRF. 
A WRF foi realizada a cada dois anos na Suíça desde 2009, nos anos intermediários, está organizada em outro país.
Conheça a WRF Resources Forum 2017 acesse o website do evento no link abaixo.

Um abraço e SUCESSO!

terça-feira, 11 de julho de 2017

Por que participar da 8ª Greenbuilding Brasil?

08 a 10 de agosto 2017

• Evento inserido na maior plataforma global de transformação de mercado;
• Green buildings no Brasil já representam 10% do PIB Nacional da construção (fonte: Estudo E&Y);
• Em um ranking de 150 países, o Brasil já é TOP 4 em número de projetos certificados e registrados no LEED;
• Sessões técnicas de conteúdo exclusivo e inovador;

• Oportunidades diversas: abrangência do movimento incluído setores corporativos, comerciais, residenciais e industriais, sejam empreendimentos novos ou existentes.
• Evento simultâneo com a High Design – Home & Office Expo. A parceria entre estes dois produtos criará um encontro mais forte e abrangente para os setores de Arquitetura, Construção e Design, onde a Greenbuilding Brasil manterá seu foco em sustentabilidade dentro destes segmentos.

Para maores informações acesse: GB Brasil-2017

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Você já descobriu o seu público alvo?


Você já se deu conta de que vivemos num contexto de alta diversidade e conflitos entre pessoas, organizações, países, etc... E que saber negociar, relacionar-se, atender com qualidade, vender é uma das habilidades mais desejáveis a qualquer humano. 
O nosso dia a dia é feito de inúmeras situações em que temos que negociar. Negociamos, com os filhos, com a esposa ou marido, com nossos chefes, com a nossa equipe, com nossos vizinhos. Ir vendendo a nossa imagem, a da empresa e ainda mais com qualidade... 

Porém, nem sempre conseguimos sair destas situações de maneira satisfatória. Bem Máximo de cada contato do marketing é satisfazer necessidades, e quando isto não acontece, ou descontamos no sujeito do próximo contato ou ficamos nos sentindo mal e achando que não temos habilidade. 

Sem dúvida, um pouco de habilidade é fundamental para qualquer negociação mas na minha opinião, o fator decisivo para o marketing e uma boa negociação, em um bom atendimento, são nossas crenças, percepções e a consciência de nossos objetivos (o que queremos) para a situação. 

Também é necessário desmistificar ideias de que esse ou aquele tipo de marketing não funciona. 

Há um ditado que diz que não devemos colocar todos os ovos no mesmo cesto, de fato há certas estratégias que as vezes não surtem o efeito desejado, para isso, temos que conhecer nosso público-alvo e fazer uma análise ambiental para saber qual é a melhor forma de alcançá-lo. 

E você já descobriu qual a melhor maneira de atingir o seu público-alvo? 

Deixe seu comentário. 


Um forte abraço e SUCESSO! 

sábado, 21 de janeiro de 2017

Telas Sustentáveis nas suas janela

Além de proporcionarem o controle de luz, conforto térmico e bloqueio de radiação solar, as telas para janelas auxiliam na redução  da utilização de aparelhos de ar condicionado.


A escolha do tecido certo é fundamental, uma vez que com cores mais escuras oferecem melhor visibilidade externa, protegem o ambiente dos raios UV, regulam a entrada de calor e garantem boa  visualização externa.

Já os claros proporcionam melhor aproveitamento da luz natural, diminuindo o gasto com energia.
Pensando nisso, a multinacional Hunter Douglas apresenta sua coleção de rolõs, romanas, painéis e skyline produzidas com tecidos sustentáveis.

As peças são ideais para os que buscam produtos fabricados com responsabilidade ambiental e assim contribuem poupando o planeta.
A coleção Sea-Tex é produzida com plásticos retirados do oceano. Já a linha Green Screen Envolve é desenvolvida com garrafas Pet.

Os lançamentos contemplam seis opções de cores e podem ser encontrados nos tons neutros, como branco bege e cinza.

Ficou curioso? Acesse o site da Hunter Douglas clicando no link abaixo.

Um forte abraço e SUCESSO!
Marco A. Souza

Hunter Douglas.com.br
  

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

BOAS FESTAS E FELIZ 2017

Um Ano Novo cheio de vitórias e conquistas!




Construindo o futuro sustentável

À medida que a confiança retorna ao setor imobiliário, a indústria enfrenta mudanças fundamentais que moldarão seu futuro.

Analisando as prováveis mudanças na paisagem imobiliária nos próximos anos, podemos identificar as principais tendências que, acreditamos, terão profundas implicações para o investimento imobiliário e desenvolvimento.

Nos últimos anos, a procura por capital privado para investimento imobiliário e infra­estruturas de apoio aumentou enormemente. Nas economias emergentes, a grande migração para as cidades, o crescimento populacional e da classe média estão criando uma necessidade desesperada de mais imóveis urbanos.
Em um futuro não muito distante a indústria de investimento imobiliário encontrará uma rápida mudança econômica, social e ambiental que irá transformar o ambiente construído.

Parte dessas tendências já são evidentes em lançamentos imobiliários que valorizam o espaço urbano, trazendo uma maior conectividade e interação com o meio ambiente. 

Um exemplo foi o recente lançamento da Kallas Construtora e Incorporadora.


Maquete Física Via Araucária
O Via Araucária Jardim Umarizal, localizado em uma região privilegiada próximo a academias, escolas, shopping centers, restaurantes e de fácil acesso as principais avenidas como Av. Francisco Morato e Giovanni Gronchi que é uma importante avenida e o principal eixo de circulação dos distritos do Morumbi e de Vila Andrade, ligando-os também à região de Campo Limpo, traz em seu projeto um bosque com mais de 2.000 m2 e mais de 60 árvores preservadas que serão incorporadas no projeto paisagístico de autoria da Kallas e o escritório Madergan.

 O próprio stand de vendas do lançamento nos remete a uma reserva ecológica através do canto de pássaros como sábias, bem-te-vi e jandaias que se deleitam nas árvores frutíferas que compõe o local.

Embora nem todos os projetos tenham a finalidade de buscar uma certificação sustentável como LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, que é uma certificação para construções sustentáveis, concebida e concedida pela Organização não governamental americana U.S. Green Building Council (USGBC), ou a certificação AQUA – Alta Qualidade Ambiental, inspirado no selo francês HQE, projetos como o Via Araucária Jardim Umarizal trazem a Sustentabilidade no sentido mais amplo, promovendo aos seus ocupantes lugares mais agradáveis para viver em perfeita armonia com a natureza sem a necessidade de se locomover à um clube ou parque.

Ficou curioso? Visite o Via Araucária Jardim Umarizal e conheça esse excelente lançamento da Kallas Construtora e Incorporadora.


Um forte abraço e SUCESSO!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Os elementos da Sustentabilidade

Na visão de Willard (2009), a colaboração, a aprendizagem e o networking são elementos edificantes da sustentabilidade.
A colaboração efetiva ganha força dentro das empresas quando a cooperação se sobrepõe competição. As pessoas colaboram para garantir seus interesses pessoais e, por esta razão, o que precisamos é fazer a conexão com os interesses dos outros por um propósito ou causa maior. Pessoas que compartilham a mesma visão de futuro conseguem trabalhar juntas, trocar informações, realocar orçamentos e contribuir para o desenvolvimento sustentável. O pressuposto por trás desta conexão é que um depende da ajuda do outro para a mudança realmente se concretizar.

A alta administração tem de ser convencida de que investimentos em treinamentos voltados para a sustentabilidade geram ganhos em eficiência, valor de mercado, mitigação de riscos e reputação.
O comprometimento e o engajamento de outras áreas da organização são extremamente importantes e, em alguns casos, indispensáveis, para que as novas ideias ganhem força e legitimidade. No entanto, as ideias por si só não são suficientes, e desta forma faz-se necessário caminhar com as ideias para não ficar para trás. O networking, em certa medida, é a arte de caminhar com as ideias para compartilhar novas experiências e práticas por meio de redes de relacionamentos profissionais e virtuais e/ou presenciais. Além disso, o poder do networking está em replicar rapidamente a cultura da sustentabilidade dentro e fora da organização.
Desta forma, o líder da sustentabilidade enxerga na colaboração um instrumento para institucionalizar a cooperação como parte integrante da cultura organizacional da empresa, busca aprender a reaprender com outros e dividir suas verdades com transparência e profissionalismo.

E você? Enxerga na sustentabilidade um instrumento para institucionalizar a cooperação? Você busca aprender e reaprender com os outros?
Deixe seu comentário e aproveite para ler: "Como iniciar uma network e trabalhar seu perfil profissional"

Um forte abraço e SUCESSO!


domingo, 6 de novembro de 2016

Jaú está entre 163 cidades com lixões irregulares no estado de São Paulo

(Fonte: G1 Baurú e Marília 04/11/2016)

Segundo um levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, ainda há no estado 163 lixões e descartes irregulares de materiais perigosos. Dentre as cidades que foram constatadas a existência de lixões irregulares, Jaú (SP) é uma das cidades que possuem lixões a céu aberto, o que atrai a existências de vetores mecânicos e biológicos como ratos, urubus, moscas, além do risco de infecção por bactérias que se proliferam nesses ambientes. 
Depósito no Banharão Velho, fonte: Comércio do Jahu

Segundo a Companhia Estadual de Meio Ambiente de São Paulo (CETESB), que já vem acompanhando o caso, a área que recebe o lixo está irregular e a prefeitura já foi multada.
"Não pode haver a presença de catadores, o lixo não pode ficar muito tempo causando cheiro, o solo deve ser impermeabilizado para evitar a contaminação do mesmo e das águas subterrâneas, ou seja, a situação não está adequada mesmo se tratando de uma área de transbordo" explica Alcides Tadeu Braga.

Dados da prefeitura de Jaú apontam que a cidade produz em média 100 toneladas de lixo por dia.
Todo esse material fica na estação de transbordo por algumas horas, depois é levado para um aterro sanitário em Piratininga, que fica 70 quilômetros de Jaú.

O secretário de Meio Ambiente Elísio Henrique Abussamra afirmou que o lixo fica apenas algumas horas depositada na área irregular, entretanto, ainda que seja considerada uma área de transbordo, o local onde vem sendo utilizado para a disposição desse lixo mantém as características de lixão a céu aberto, podendo causar danos aos bens a proteger.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente de Jaú as alterações solicitadas pela CETESB estão em processo de licitação para regularização.

LIXÃO x ATERRO

Você sabe qual a diferença de lixão e aterro?
Um lixão é um local de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior, podendo assim contaminar o solo e águas subterrâneas devido a penetração do chorume (líquido que resulta da decomposição do lixo), causando consequências ambientais gravíssimas, além dos problemas de saúde pelo surgimento de ratos, moscas.

Já um aterro é um local controlado que, embora seja utilizado para a disposição do lixo, possui toda a preparação como a proteção do solo com mantas PEAD, drenos para a captação e posterior tratamento do chorume, além de tubulações que fazem a captação do gás que é gerado pela decomposição do lixo compactado.

Quer saber mais?
Assista o documentário "Ilha das Flores" de 1989 disponível no link abaixo:



Um forte abraço e SUCESSO!
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Edifício Sustentável por MP Consultoria Ambiental

Um edifício sustentável ou um edifício verde é o resultado de uma filosofia de design que se concentra no aumento da eficiência do uso de recursos - energia, água e materiais - ao mesmo tempo em que reduz os impactos na saúde humana e no ambiente durante o ciclo de vida do edifício.

Embora a construção verde seja interpretada de muitas maneiras diferentes, uma visão comum é que eles devem ser projetados e operados para reduzir o impacto global no ambiente construído sobre a saúde humana e o ambiente natural:

(a)  Utilizando eficientemente energia, água e outros recursos;
(b) Proteger a saúde dos ocupantes e melhorar a produtividade dos funcionários, e
(c)   Reduzir o desperdício, a poluição e a degradação ambiental.

No link abaixo você poderá assistir uma apresentação sobre as principais características de um edifício sustentável através de um case bastante conhecido na região do Brás/SP, assistam e deixem seus comentários.







quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Como tornar uma cidade mais sustentável

Foi aprovada em março o novo zoneamento de São Paulo, lei que valerá pelos próximos 13 anos, e define o que pode ser construído e qual tipo de atividade pode existir em cada rua da cidade. 

Com a sanção, o novo projeto urbanístico da cidade prevê mais áreas mistas (que juntam residência e comércio), prédios mais altos nas grandes avenidas com estrutura de transporte e mais terrenos voltados à construção de moradias populares, mesmo em áreas verdes. O novo zoneamento também traz um um novo conceito chamado “Quota Ambiental”. 

O crescimento urbano é importante para a economia, mas é possível crescer e ser uma cidade socialmente justa?

O conceito de urbanização e sustentabilidade não pode estar limitado apenas a um território ou região, mas um modelo urbanístico acessível a todos seus habitantes.

Pensar em uma cidade sustentável é considerar, além do aspecto ambiental, os aspectos econômico e social. 

Não adianta falarmos de soluções ambientalmente corretas, quando grande parte da população sofre com a falta de saneamento básico, ausência de pontos de coleta de resíduos, limpeza das praças, além do déficit nas áreas da saúde e segurança pública.  


Essa “nova cidade” deverá ser construída com uma preocupação central nas questões sociais e na qualidade de vida de toda a população para que assim venha ser, de fato, uma “Cidade Sustentável”.

E na sua opinião? Sua cidade é sustentável?
Deixe seu comentário.